CorelDraw, como eu te odeio!

Como uma Designer, nunca havia declarado guerra a um programa vetorial ou similar... Até o dia em que resolvi desenhar moda e passei a depender visceralmente do CorelDraw (leia-se: qualquer versão do Bendito) e daí por diante passei a declarar meu ódio ao programa a cada 5 minutos em que estou a trabalhar nele. Pra que esse sentimento tão negativo? Um dia desses minha professora perguntou (sabendo eu, que ela também supre o mesmo!), e a resposta é até mais automática que o pensamento: porque simplesmente ele não presta! Precisa-se de uma supermáquina para trabalhar sem que ele trave, e mesmo assim ele ainda dá pau!
Cá estava eu, às 02h da madrugada, terminando meu projeto de inovação tecnológica (o que vai ser apresentado na feira do SEBRAE, em maio). Concluindo a bendita ficha técnica de preoduto do produto, aí penso "ufa, terminei. Salvar e dormir"... Quando vi, as ferramentas de recuperação, de salvamento, de exportação (e todas as imprestáveis formas de não se estressar) não estavam disponíveis (leia-se: funcionando, operando normalmente) e lá se vai um trabalho de penosas horas e várias pestanas queimadas.
E agora me diz, tem como amar um programa desses?
Não, definitivamente!

Quando fui à Argentina, uma das amigas que nos acompanhou no mochilão teceu horrores ao Corel e maravilhas ao Illustrator, e, com base nas indicações (que não foram poucas) resolvi experimentar o bendito!

Dessa vez, a cada 5 minutos que trabalho no Illustrator digo: Adobe, como sou apaixonada por ti!

Além de resolver todos os meus problemas com criação, edição e vetor... Ele ainda clareou os meus dias como Designer... Por isso é bom sempre estar em contato com outros sofredores... Depois disso, até a minha professora anda feliz e saltitante nas aulas!

1 comentários:

Júlio Domingues disse...

Pois eu digo com muito orgulho o quanto eu amo a Adobe.