1º Dia – BsAs - Primeiro contato – dia de mico!

A viagem foi looooonga, e põe longa nisso... Chegamos em Buenos Aires às 10h (horário local), e é aí onde as trapalhadas começam.... Na imigração, fiz cara do check-in repetir 4x a mesma informação, ou seja, guardar o papel da imigração para sair do país... Depois foi a vez de "onde pego as bagagens"? Mas nesse caso foi só gritar "Bagagem e GOL" que apareceu alguém para nos ajudar... Aí foi a vez de "como vou chegar no hostel", mas dessa vez até que eu fiz o dever de casa direitinho, também vim treinando as frases pra falar pro taxista desde quando saí de Fortaleza, praticamente li metade do dicionário que a Sandra me emprestou. E, chegamos... arranhando o bom e velho portunhol, fizemos check-in, recebemos uma aula de mapa das ruas e pontos turísticos da staff do hostel, que por sinal foi muuuuuuito paciente conosco e ainda deu uns mapas e guias em português.

Tudo pronto, hora de ligar pra casa. E nunca foi tão difícil fazer uma chamada internacional, até porque aqui tem uns lances de cartões que pode fazer em alguns guichês e outros não, uma viagem só! Comprei um cartão de $10 (pesos) e acabei nem sabendo usar, nossa como fiquei frustrada! Aí fui num tipo de Lan-house do século XXII, que aqui eles chamam de "quiosko", aí foi outro mico... O atendente mandou ir pra cabine Nove, até eu entender... Bem! Liguei e consegui, correndo disse "mãe to viva... ainda ameacei a pobre dizendo que contato só por internet e sms, até porque fazer contato é muito complicado", numa comunicação rápida e breve desliguei.

Noossa estávamos varadas de fome... Outro mico (pra variar), na triste ilusão de que pedir um prato de massa ou pasto era um idioma só, do tipo nhoque/talharim e os cambaus, acabamos que tivemos que traduzir o cardápio quase todo, a atendente rindo da nossa cara (uma coisa linda de se ver!) e o gerente só olhando para nós com um olhar meio que assustado (na verdade eu acho que ele tava pensando que íamos sair dali correndo sem pagar a conta) e diante da refeição tenho as seguintes notas:

  1. A coca-cola argentina é muito mais clara que a do Brasil, sinceramente parece mais "xixi de gato menstruado"... Essa minha observação fez a Rafa e a Érika bolarem de rir! RS
  2. Pedir massa na esperança de comer logo foi uma triste desilusão gastronômica, se soubesse teria pedido um "bifão" que aqui chamam de "chorizo ou oricho" (sei lá como se escreve), só sei que é um bife enorme com quase um palmo de gordura... E nossa massa que era bom, demorou quase 1h pra chegar à mesa, enquanto isso nos entupiram com uma cestinha de pãezinhos.
  3. O lugar era muito chique, mas tinha que ter uma goteira em cima da minha cabeça? Srsrs.... enfim, coisas que só acontecem com Daniele... Nunca me aventurei tanto assim pra comer um macarrão!

Encerrada a conta, hora de queimar todas as calorias... Andamos feito camelos, ou melhor, diria que andamos feito "éguas sem mãe", a caminhada começou por volta das 14h e chegamos na misericórdia do Divino no Hostel às 19hrs (e o sol ainda claro viu gente, aqui só anoitece por volta das 21hrs, só acreditei quando vi mesmo).

Lugares que conhecemos: vou ver no mapa e listar depois posto junto com as fotos.

1 comentários:

Socorro Vale disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Estou imaginando a goteira na sua cabeça!!!!!
aeiouauoaeuio